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Os maiores mitos e verdades do celular

Por: João Manoel,

Quem nunca recebeu uma mensagem contando alguma lenda que atire a primeira bateria! Aqui, desvendamos dez histórias, daquelas que lembram as do saci-pererê às verdades comprovadas.

Explode posto de gasolina?

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Sim. Mas a possibilidade é muito remota. Segundo um estudo da Petrobrás é necessário que o vapor de gasolina e ar penetrem em espaços vazios dentro do celular ao mesmo tempo em que a campainha ou um alarme sejam acionados e soltem acidentalmente uma faísca, para causar uma explosão. Com os compactos celulares atuais, sem espaços vazios, isso é difícil.

Atrapalha na direção?

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Sim. Até aparelhos em viva-voz podem causar acidentes. Segundo um estudo publicado pela universidade da Carolina do Sul, quando falamos ao telefone com alguém, criamos uma representação de onde a pessoa está, e a parte do cérebro onde isso ocorre concorre com a parte responsável pela realização de tarefas visuais, como dirigir. Resultado? Barbeiragem na certa!

Pega vírus?

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Sim. As principais formas de contaminação do aparelho são os downloads, feitos através de mensagens multimídia (MMS), do Bluetooth (sistema de comunicação via rádio) e de instalações suspeitas. O vírus de celular pode causar o aumento do consumo de bateria, a desabilitarão da linha e até brincadeiras de mal gosto. Foi o que aconteceu com Paris Hilton, coitada, que teve o aparelho hackeado e viu toda sua lista de contatos ser divulgada na internet. Para evitar que isso ocorra, o jeito é ativar nos aparelhos antivírus modernos e evitar baixar conteúdos desconhecidos.

Provoca câncer?

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Nada foi comprovado. Muitos milhões de dólares já foram gastos em pesquisas, mas os resultados não foram conclusivos. A Organização Mundial da Saúde afirma que a exposição aos campos magnéticos não causa nenhum dano a saúde desde que seja respeitado o limite seguro de absorção de radiação, que hoje é de 1,6 watt por quilograma (ou seja, 112 watts para um homem de 70 quilos), segundo padrões internacionais adotados nos EUA e no Brasil. Se essas radiações fazem mal a longo prazo, não custa nada maneirar e evitar ficar horas falando ao celular.

Estoura pipoca?

Esse vídeo aí mostra japoneses estourando milho de pipoca com celulares está tão longe da realidade quanto o saci-pererê. Mesmo que os celulares emitam a sua potência média por 60 minutos (0,25 watt) e supondo que toda essa potencia seja absorvida pelos grãos de milho (o que é improvável), depois de uma hora, o calor gerado seria de 13ºC, bem inferiores aos 70ºC mínimos para estourar pipoca ou cozinhar alimentos.

Celulares que mais produzem radiação:

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A lista dos celulares que mais emitem radiação:

Modelo:

Taxa de absorção específica, em W/KG**
Motorola ZN5* 1,59
Motorola VU204 1,55
Motorola W385 1,54
RIM BlackBerry Curve 8330 1,54
Motorola Deluxe ic902 1,53
T-Moblile Shadow 1,53
Motorola i335* 1,53
Pantech Matrix 1,52

Todos estão dentro do nível de segurança estabelecido de 1,6 W/KG. *Celulares Encontrados no Brasil **Taxa de absorção específica é a quantidade de energia absorvida pelos tecidos biológicos. Ela é dada pela densidade de potência por unidade de massa, normalmente medida em Watts por Quilograma (W/KG).

Fonte: Revista Mundo Estranho.

É isso aí, espero que tenham gostado, espresse-se comentando. Até a Próxima!

2 comentários:

Héssed Martins disse...

Eu nunca gostei de Motorola... e agora q não compro mesmo

Paulo Junior disse...

Muito legal colega!! aprendi bastante coisa com esse blog... =]

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